quarta-feira, 8 de abril de 2009

Para Baudelaire

Tornar-me-ei ébrio!
Pois assim mandou Baudelaire...
Embriagar-me-ei de sua lucidez,
Que brada sobriedade em palavras rasas.
Quero tragar cada metáfora,
Embeber-me em versos viciosos
Açoitar as injúrias do ópio,
Evadir a realidade cotidiana,
Dilatando o tempo em fractais.
Valei-me Baudelaire!

Marcadores:

0 Comentários:

Postar um comentário

Assinar Postar comentários [Atom]

<< Página inicial